Sob comando do Prefeito Folador (PT), Candiota vira referência em gestão fiscal

O recente estudo divulgado pelo Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) consolida o processo de transformação que vive o município de Candiota, localizado na região da Campanha do Rio Grande do Sul. Com cerca de 10 mil habitantes, a cidade gaúcha que já é destaque por atrair grandes investimentos no setor energético, agora, também é referência em gestão fiscal para o País.

Candiota ficou entre as 15 melhores cidades brasileiras, e em segundo lugar no Rio Grande do Sul, em um estudo que levou em consideração dados de 2011, avaliou 5.164 mil municípios, ou seja, 96% da população. A administração obteve um Índice Geral de 0,8744, considerado de excelência.

Responsável por essa transformação, o Prefeito Luiz Carlos Folador afirma que as notas de excelência foram obtidas a partir de um trabalho em equipe, com ênfase para eficiência na utilização da verba pública. “Trabalhamos em conjunto e nos concentramos em garantir os pagamentos em dia, cuidando a folha e não deixando restos a pagar”, revela.

Segundo ele, o item investimento, que teve uma evolução de 0,5828 para conceito máximo (nota 1), tem explicação. “Aplicamos na aquisição de equipamentos e máquinas e em infraestrutura”, conta. Além deste quesito, Candiota alcançou pontuação máxima em Receita Própria. O prefeito diz que o resultado é um reconhecimento ao trabalho de todos, e que serve de estímulo para que a administração de Candiota prossiga o trabalho de captação e investimentos no município, mas, cada vez mais, com controle fiscal e aplicando bem os recursos públicos, como já demonstrou o estudo Firjan.

Folador, em seu segundo mandato (PT) reafirma o projeto do Partido dos Trabalhadores de “transparência, participação popular e democracia”. O reconhecimento da comunidade deste trabalho coletivo veio através do voto. Luiz Carlos Folador obteve 74% dos votos na última eleição.

Entenda mais

O Índice Firjan de Gestão Fiscal é um estudo desenvolvido pelo Sistema Firjan para avaliar a qualidade de gestão fiscal dos municípios brasileiros. Com periodicidade anual, é elaborado com estatísticas oficiais, a partir de números declarados pelos próprios municípios à Secretaria do Tesouro Nacional, responsável por consolidar informações sobre as contas públicas municipais.

O resultado varia entre 0 e 1, quanto maior a pontuação, melhor é a gestão fiscal do município. Cada cidade, com isto, é classificada com conceitos A (Gestão de Excelência, acima de 0,8001 ponto), B (Boa Gestão, entre 0,6001 e 0,8), C (Gestão em Dificuldade, entre 0,4001 e 0,6) ou D (Gestão Crítica, inferiores a 0,4 ponto).
O índice é composto por cinco indicadores: Receita Própria, que mede a capacidade de arrecadação de cada município e sua dependência das transferências de recursos dos governos estadual e federal; Gasto com Pessoal, que representa o gasto dos municípios com quadro de servidores, avaliando o grau de rigidez do orçamento para execução das políticas públicas; Liquidez, responsável por verificar a relação entre o total de restos a pagar acumulados no ano e os ativos financeiros disponíveis para pagá-los no exercício seguinte; Investimentos, que acompanha o total de investimentos em relação à receita líquida, e, por último, o Custo da Dívida, que avalia o comprometimento do orçamento com o pagamento de juros e amortizações de empréstimos contraídos em exercícios anteriores.