5º Congresso: PT/RS defende mudanças na política econômica

PT e Brasil

O PT do Rio Grande do Sul leva para o 5º Congresso do partido a Resolução sobre o governo federal, MUDAR JÁ, PARA CRESCER E INCLUIR MAIS que exige a volta das políticas públicas de incentivo ao desenvolvimento e de distribuição de renda eleita em 2014. Os delegados gaúchos pedem o fim da política conservadora que vem orientando a economia no governo Dilma, que leva ao desemprego e empobrece a classe trabalhadora, escolhida para pagar a conta no ajuste fiscal.

O PT gaúcho propõe “a retomada de políticas de estímulo ao crescimento, a revisão de isenções de e benefícios fiscais que não tenham como contrapartida a garantia da manutenção e criação de empregos; a manutenção do atual sistema de partilha do petróleo; implantação imediata dos programas sociais que constam do programa eleito; a radicalização da oferta de serviços públicos de qualidade nas áreas da saúde, educação, transportes, segurança social e da vida e a criação de uma nova contribuição para políticas sociais e de saúde”, aponta o texto do PT/RS.

Cerca de 70 delegados do PT/RS participam do 5º Congresso, nos dias 11, 12 e 13 de junho em Salvador, na Bahia. Além de mudanças na política econômica, os representantes do PT/RS levam outras Resoluções aprovadas na Etapa Estadual do Congresso entre elas, o fim das doações de empresas para o partido e para as campanhas eleitorais; a mudança na política de alianças do PT – com a construção de uma Frente de Esquerda entre outros encaminhamentos.

O presidente do PT/RS Ary Vanazzi destaca entre as propostas, a necessária alteração na política econômica implantada pelo Governo Dilma. “O PT/RS apoia o ajuste fiscal do governo federal, mas quer os ricos paguem a conta, aqueles que mais lucraram nos últimos anos, inclusive durante os governo do PT. Queremos que os bancos, as grandes fortunas paguem o ajuste fiscal, porque o ajuste não pode ser feito às custas dos trabalhadores”, ressalta

Vanazzi também salienta Resolução que trata do fim das doações de empresas para o partido. “Queremos que o PT não receba dinheiro de empresas para o seu gerenciamento interno e tão pouco para as campanhas, o partido deve se sustentar com as contribuições de seus filiados e com o Fundo Partidário, voltando as suas origens, e reforçando seu compromisso com a luta da classe trabalhadora”, destaca Vanazzi.

Os delegados e delegadas do PT do Rio Grande do Sul também tem o compromisso com a mudança na política de alianças. Vão defender a formação de uma Frente com partidos de Esquerda com objetivo de construir um projeto para 2016, 2018.
“Os desafios são enormes, mas um Congresso do partido neste momento da conjuntura mundial e nacional só fortalece as instâncias internas do PT, amplia as oportunidades de debate sobre os desafios que temos ao governar o Brasil e nos prepara para avançar à esquerda na construção de uma Frente que não vai permitir o retrocesso nas políticas públicas e sociais do nosso País”, provoca o presidente do PT gaúcho.

Leia as Resoluções que os delegados (as) levam ao 5º Congresso Nacional do PT:

Resoluções 5º Congresso – COMPACTA