Frente Brasil Popular lança no RS Plano Popular de Emergência

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A Frente Brasil Popular lança nesta quinta-feira, 28, em Porto Alegre, Plano Popular de Emergência, que contém propostas para o enfrentamento da crise econômica, política e social. O evento, previsto para às 19 horas no Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa, tem presenças confirmadas de João Paulo, do MST, Marianna Dias, da UNE, e Pepe Vargas, presidente do PTRS. Entre as medidas do Plano estão a antecipação das eleições presidenciais para este ano, aprovação da reforma política e revogação das leis do Teto de Gastos e da Terceirização.

Segundo o representante do PTRS na Frente Brasil Popular, Nasson Santana,

todas as entidades que fazem parte da Frente acreditam que a sociedade deve participar deste momento e discutir qual rumo o Brasil deve seguir. A Frente, que é formada por mais de 60 organizações, defende “a retomada das conquistas democráticas, do Estado Democrático de Direito, do desenvolvimento, crescimento, da soberania nacional e justiça social”.

OPlano de Emergência, que está sendo lançado em todos os estados, tem o objetivo de contribuir com o debate e apresentar uma saída emergencial, elaborada em torno de 10 eixos: democratização do Estado; política de desenvolvimento, emprego e renda; reforma agrária e agricultura familiar; reforma tributária; direitos sociais e trabalhistas; direito à saúde, à educação, à cultura, à moradia; segurança pública; direitos humanos e cidadania; defesa do meio ambiente e política externa soberana.

No documento de apresentação do Plano, a Frente explica que ele trata da implementação de um projeto nacional de desenvolvimento, visando a fortalecer a economia nacional, o desenvolvimento autônomo e soberano, enfrentar a desigualdade de renda, de fortuna e de patrimônio como veios fundamentais para a reconstrução da economia brasileira, para a recomposição do mercado interno de massas, da indústria nacional, da saúde financeira do Estado e da soberania nacional, um modelo social baseado no bem-estar e na democracia. “Se o povo se convencer do programa alternativo, é esse povo que vai fazer o candidato se comprometer com ele”, afirmou Nasson.